agosto 26, 2010

Trilogia Clã Campbell - Monica McCarty 1- A FORÇA DO HIGHLANDER

Trilogia Clã Campbell - Monica McCarty

1- A FORÇA DO HIGHLANDER










 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O implacável defensor da lei do clã mais poderoso de Escócia,

Jamie Campbell, é o homem mais temido das Highlands.
Uma força física pura unida a uma ardilosa visão política fez dele uma poderosa força que poucos homens ousam enfrentar.


Decidido a terminar com a anarquia e os conflitos das Highlands, os objetivos de Jamie são claros: com a desculpa de pedir a mão da filha do chefe de Lamont em casamento, descobrirá se os Lamont dão proteção aos proscritos do clã MacGregor.
Mas esta desculpa se torna desejo quando conhece a formosa jovem que governa aquele clã com delicado punho de ferro.
O bravo escocês não esperava que a mulher que deseja acima de todas as outras, porá a prova seu dever e lealdade para com seu clã.
Adorada por sua família, Caitrina Lamont não tem a menor intenção de abandonar seu amado pai e seus adorados quatro irmãos mais velhos por um marido… muito menos por um Campbell.
Mas Jamie Campbell não se parece em nada como os outros pretendentes que o pai de Caitrina fez desfilar frente à ela.
Sua pura masculinidade representa uma ameaça como nenhum outro homem foi antes.
Mas quando o idílico mundo de Caitrina se faz em pedaços, poderá o homem ao qual culpa por sua tragédia converter-se em sua única esperança de futuro?

Capítulo Um

Uma lei não é a justiça.
Provérbio escocês

Castelo de Ascog, ilha de Bute, Escócia, junho de 1608.

Caitrina Lamont se olhou no espelho enquanto sua jovem donzela abotoava a última parte da gola de seu vestido.
Os delicados pontos, adornados com pequenos brilhantes, emolduravam seu rosto como um cintilante halo.
Dissimulou um sorriso travesso, já que não tinha muitas ilusões nesse terreno: como seus irmãos tanto gostavam de assinalar, era muito atrevida e muito teimosa para que alguém pudesse confundi-la com um anjo.
— Um homem quer é uma mulher dócil e recatada — zombavam dela, sabendo perfeitamente que isso só a tormava mais teimosa.
Quando por fim a donzela terminou, Caitrina retrocedeu para ver melhor o vestido novo no espelho.
Era verdadeiramente magnífico. Uma faísca brilhava em seus olhos e seu olhar cruzou com a de sua amada babá.
— Ai, Mor, não é o vestido mais lindo que viu em sua vida?
Mor tinha estado observando o processo com a crescente consternação de uma mãe que envia pela primeira vez seu filho à batalha.
E a analogia não era de todo descabida.
Essa noite haveria uma grande festa para celebrar a abertura da reunião Highland que esse ano teria lugar em Ascog.
Mas Caitrina sabia que seu pai tinha grandes esperanças de prometê-la a um dos muitos highlanders que viriam para provar sua força e sua habilidade.
Apressou-se a desprezar essa desagradável ideia antes que pudesse estragar a alegria de seu presente.
— Lindo? — A mulher lançou um bufar de desaprovação, cravando um eloqüente olhar no decote quadrado, onde os seios de Caitrina ameaçavam saltar dos limites do espartilho.
Mor jogou a jovem donzela para fora do quarto antes de prosseguir com sua reprimenda. — É indecente. E não sei o que houve com os outros vinte vestidos «lindos» que tem no armário.
Caitrina franziu o nariz.
— Ai, Mor, sabe muito bem que não tenho nenhum como este. — Jogou um olhar aos seus seios, que se erguiam por cima do decote. Está certo, era muito baixo.
Quase se via o rosado do... Fez um esforço para não ruborizar, sabendo que ainda daria mais motivos para sua babá discutir.
— O vestido é dos mais decentes — declarou — Todas as damas que sabem de moda têm vestidos como este em Whitehall.
Mor resmungou algo que soava depreciativamente como os «malditos loucos ingleses», que Caitrina preferiu ignorar.
Séculos de inimizade não podiam ser esquecidos simplesmente porque o rei da Escócia se converteu também em rei da Inglaterra.
Ergueu a seda de cor dourada para que a luz da janela se refletisse em ondas incandescentes e suspirou sonhadora.
— Sinto-me como uma princesa com este vestido.
A mulher bufou.
— Certamente foi pago o resgate de um rei para que o enviassem de Londres até a ilha de Bute. — Mor interrompeu e moveu a cabeça. — E é uma loucura, quando em Edimburgo temos alfaiates muito competentes.

2- O Highlander BanidoTrilogia O Clã Campbell

2- O Highlander Banido

Trilogia O Clã Campbell









 

















Patrick MacGregor é um homem perseguido que vive no limite.

Despojado de suas terras e com seu clã proscrito, Patrick e seus homens se viram obrigados a ocultar-se e os culpados de tudo (ao menos para Patrick) são os odiados Campbell.
Assim não se deterá ante nada para salvar seu clã da destruição, e casar-se com a Elizabeth Campbell, cuja serena beleza admirou à distância, poderia ser a resposta.
Dispor um ataque parece o meio perfeito para ganhar a confiança da protegida moça, mas não demorará a dar-se conta de que não só é sua vida a que corre perigo se ela descobrir sua verdadeira identidade, mas sim algo que tinha acreditado perdido fazia muito tempo: seu coração.
Elizabeth Campbell jamais cometeu nenhuma imprudência em sua vida. Tímida e obediente, Lizzie sempre procurou fazer o correto, passando inclusive pela humilhação de dois compromissos quebrados sem pigarrear.
Mas atrás de sua séria fachada se esconde uma mulher apaixonada que luta por sair à superfície.
Seduzida pelo beijo de Patrick e enfeitiçada pela aura de perigo que lhe rodeia, Lizzie sucumbe à promessa que se esconde atrás de seu olhar sombrio, acreditando que encontrou ao homem perfeito.
Mas Lizzie não demora a perguntar-se se ao arriscar seu coração, perdeu tudo.

Capítulo Um

Nas proximidades do castelo de Campbell,
Clackmannanshire, junho de 1608.

Elizabeth Campbell baixou o enrugado pergaminho a seu regaço e olhou pela pequena janela, contemplando com tristeza a profunda sombra do castelo de Campbell perder-se na distância. Dava igual quantas vezes lesse a carta, as palavras eram sempre as mesmas. Sua hora, ao parecer, tinha chegado.
A carruagem avançava a tropicões pelo acidentado caminho, movendo-se a um passo cansativamente lento. A recente chuva havia tornado perigosa o meio-fio, de por si irregular, que conduzia às Highlands; mas se a coisa não melhorasse, levaria uma semana chegar ao castelo do Dunoon.
Lizzie dirigiu a vista ao interior da carruagem, e captou o olhar furtivo de sua donzela, Alys, mas a mulher se apressou a cravar os olhos novamente em seu trabalho de bordado, fingindo uma concentração que contradizia seus nefastos pontos.
Alys estava preocupada com ela, apesar de que procurava não demonstrá-lo.
— Ignoro como pode costurar com tudo este bamboleio... — disse Lizzie, com a esperança de evitar suas perguntas.
Mas seu discurso foi interrompido de repente quando, para apoiar aquela declaração, seu traseiro se separou do assento durante um prolongado instante e aterrissou de novo de forma tão violenta que os dentes bateram como castanholas, enquanto o ombro se chocava contra a parede revestida de madeira da carruagem.
— Ai! — queixou-se, esfregando o braço uma vez foi capaz de endireitar-se. Dirigiu um olhar a Alys, que tinha sofrido um destino similar ao dela. — Encontra-te bem?
— Sim, milady — respondeu a donzela, acomodando-se de novo no fofo assento de veludo. — Muito bem. Mas se os caminhos não melhorarem, antes de chegarmos teremos nos convertido em um montão de ossos quebrados e de hematomas.
Lizzie sorriu.
— Suspeito que vá piorar muito. Trazer a carruagem foi, possivelmente, um engano.
Teriam que trocar os cavalos quando passassem Stirlingshire, cruzassem a fronteira escocesa para a zona montanhosa e os caminhos se estreitassem ou, como diria ela, estreitassem-se ainda mais, posto que já fossem apenas o suficientemente largos para permitir o passo de uma carruagem nessa parte das Lowlands.
— Ao menos estamos secas — assinalou Alys, sempre disposta a ver o lado bom de uma situação. Possivelmente por esse motivo Lizzie desfrutava tanto de sua companhia. Pareciam-se muito nesse aspecto.




l- O FALCÃO E A POMBA Série Guerreiros do Vento

l- O FALCÃO E A POMBA












 










Em 1892 a americana Elizabeth Summers, acompanha seu tio em escavações arqueológicas pelo Egito em busca de uma peça muito especial, o Almah.

Embora Elizabeth trabalhe fazendo pequenas valas nas escavações, o fato de ser mulher, faz com que seu tio a deixe na catalogação das peças.

Como seus antepassados, o Sheik Jabari e seus guerreiros do vento, têm a missão de velar e proteger o Almah dos infiéis, em nome de sua rainha Kiya.
Quando Elizabeth descobre onde está enterrado o prezado tesouro, Jabari a rapta para evitar que os de seu clã a puna por profanar suas terras e a leva para seu harém. Mesmo que pese em todos, entre Elizabeth e Jabari surge uma intensa atração.
A mancha em forma de pomba sobre o corpo da jovem, confirma a Jabari que está ante a reencarnação da rainha Kiya, que, como anunciava a profecia, retornou para entregar seu amor ao chefe dos guardiões e o fazer feliz.

A lenda
As areias de Ajenatón guardam um segredo.
Nas profundidades da escura terra da antiga cidade, se acha um disco de ouro chamado o Almha. Fora construído na décima oitava dinastia egípcia, por ordem de uma das esposas do faraó, com o propósito de venerar ao deus do Sol Atón, e se converteu em um símbolo de poder e destruição.
Quando a rainha Kiya o mostrou a seu marido, o faraó Ajenatón ficou fascinado por sua beleza.
Este o utilizou para atrair o povo aos templos de Atón.
Ajenatón recompensou Kiya, construindo um templo para que pudesse render culto aos deuses com privacidade, seus sacerdotes e os guerreiros do vento Khamsin.
Mas a primeira esposa de Ajenatón, Nefertiti, invejava o poder de Kiya.
Convenceu o faraó, de que ele também era um deus e este utilizou o Almha para que rendesse culto a ele em lugar do deus Atón.
Furiosa pelo sacrilégio de seu marido, Kiya roubou o Almha e o enterrou na areia. Encomendou aos Khamsin a tarefa de guardá-lo num lugar oculto durante toda a eternidade, consciente de que não sobreviveria muito tempo mais, à fúria de seu marido e o ciúmes de Nefertiti.
Aquela noite, Kiya se retirou para seus aposentos com seu amante, o líder dos Khamsin, com a intenção de que seus fortes braços a estreitassem uma vez mais.
Com seus suaves lábios, Kiya silenciou as palavras de Ranefer que assegurava poder proteger-la da ira de Ajenatón.
Ela sentiu em seu beijo uma doce tortura, que recordou a sua própria aflição.
Nefertiti não desperdiçou a oportunidade para eliminar sua rival, e convenceu Ajenatón a executar Kiya pelo roubo.
Enquanto o faraó e seus guardas se aproximavam de seus aposentos, Kiya sussurrou um apaixonado adeus ao ouvido de seu amante.
Observou-o desaparecer na noite, enquanto fazia a promessa de que seu espírito o esperaria ao longo dos anos, para voltar a reunir-se com ela.
O faraó ameaçou-a, tentou engana-la, mas ela permaneceu em silêncio.
Quando o brilho da espada em forma de foice abateu sobre sua cabeça, inclinou-se ante sua folha rezando para que não faltasse coragem ao amante, e entregou sua vida em troca do segredo do Almha.
Os Khamsin se vingaram de Nefertiti assassinando-a, e pulverizando suas cinzas de tal modo, que sua alma não pudesse voltar para a vida depois da morte.
Eles choraram a morte de sua bem amada rainha Kiya, que apesar de saber que nem sequer o ferrão da morte, a poderia separar de seu verdadeiro amor.
A lenda diz que três sinais da pomba branca que tanto Kiya apreciava, anunciaria seu encontro com o Ranefer.
O líder Khamsin a desposaria e a paz e a prosperidade voltariam a reinar na tribo.

Capítulo Um

1892
Os descendentes dos Khamsin guardavam Ajenatón como sempre fizeram, ao lombo de seus cavalos.
Durante gerações, ninguém se atrevera a perturbar a calma da cidade.
Então chegaram os ingleses. Armados com picos afiados, pás e arrogância, e os infiéis surgiram com suas teorias.
Jabari bin Tarik Hassid, Sheik dos guerreiros do vento Khamsin, estremeceu de ira e dor ao contemplar a violação da terra sagrada.
Ante semelhante profanação, uma mistura de sentimentos se revolvia em seu estômago. Com cada golpe do pico, seu coração doía, como se a ponta de aço o tivesse perfurando em lugar das areias sagradas.
Ao lombo das mais formosas éguas árabes, seus guerreiros controlavam suas agitadas montarias.
As diminutas borlas p
rateadas que decoravam a guarnição no peito dos cavalos, repicavam levemente.
Seu segundo comandante fez um gesto e apontou a escavação. Jabari fechou a luneta repentinamente e fez um gesto a seus homens para que não se impacientassem.
-Não. Ainda não. Não se apressem. Esperem um pouco mais.
Respirava lentamente, esperando com isso, acalmar suas emoções. Sua mão segurava com força o cabo de marfim de sua espada.
O Sheik desembainhou sua espada e levou a mão ao coração e logo aos lábios, num ritual Khamsin de honra, antes da batalha.
Jabari sorriu e soltou um grito sonoro e ondulante. Agora. Chegara o momento de atacar.
O fato de percorrer os cinco quilômetros que separavam a aldeia do Haggi Quandil da escavação, ao lombo de um asno, Elizabeth Summers, demonstrava seu amor à arqueologia. Esfregou seu dolorido traseiro e soltou um gemido.
Aquele animal não podia ir um pouco mais rápido?
Soltou as rédeas do asno. Não serve para nada.
Aquele animal era mais obstinado que o tio Nahid.
E cheirava mal. E não prestava.
Seus sentidos já se acostumaram com as assustadoras paisagens, os aromas e os sons do Egito. O forte odor dos corpos sem lavar.
Perfumadas especiarias, o delicioso aroma de cordeiro dourando nos assadores.
As vozes em árabe, o céu assombrosamente rosa ao por do sol e um calor ardente que envolvia seu corpo como se fosse uma manta.
Embora nada se comparasse com o prazer de andar por areias que ocultavam mistérios de milhares de anos de Antigüidade.
Elizabeth fixou seu olhar no deserto e se perguntou! O que a aguardaria naquela escavação?









Série Guerreiros do Vento
1- O Falcão e a Pomba
2- O Tigre e a Tumba
3- A Cobra e a Concumbina
4- A Pantera e a Pirâmide(os seguintes revisando Grupo Pégasus)
5- A Espada e a Bainha
6- O Escorpião e o sedutor
7- A Lady e o libertino

2- O Tigre e a Tumba

2- O Tigre e a Tumba
















 








A única opção que Lady Katherine tem para evitar que seu pai seja injustamente acusado de ladrão é roubar ela mesma o mapa de uma tumba perdida e encontrar o tesouro que se esconde clandestinamente.

O que Catherine desconhece é que Ramsés, seu adversário, é um dos homens mais perigosos do deserto; um autêntico sedutor que derrete a qualquer mulher com seu olhar cor âmbar, as carícias de seus lábios e a delicadeza de seus braços.
Assim, e apesar de todas suas precauções, a jovem dama sucumbe ao encanto daquele ao que chamam o tigre e se entrega a ele nas areias do deserto.
Só depois, ambos descobrirão que suas vidas estavam já predestinadas desde o tempo de seus ancestrais para compartilhar o amor que se professam na mais selvagem das aventuras que possam imaginar.

Capítulo Um
Akenaton. Egito 1893
—Ladrões de tumbas!

Aquelas palavras retumbaram na imensa cova de pedra.
As paredes se agitaram com uma força estremecedora. O pó milenário parecia tremer ante sua furiosa presença.
Nazim Ramsés bin Seti Sharif dirigiu o olhar aos homens que acabava de surpreender. Quatro homens egípcios com thobes largos como saias e um inglês pálido apartaram a vista do antigo papiro que acabavam de desenterrar.
O mapa da mina de ouro, a chave para achar a tumba de Rastau.
Durante milênios, a tumba de seu antepassado, que guardava incalculáveis tesouros, tinha sido um segredo sepultado pelo tempo.
Ele era um Guardião dos Séculos, um guerreiro que tinha feito o juramento solene de proteger seus antepassados os reis. Estava acostumado a tomar no café da manhã ladrões de tumbas.
E aquela manhã estava morto de fome.
Retirou a cimitarra de sua capa e a brandiu no ar.
A luz da tocha refletiu o brilho do aço mortal.
Agarrou o extremo de seu turbante azul anil e cobriu o rosto ante seus inimigos. Continuando, levou-se a mão ao coração e logo aos lábios, um ritual Khamsin de honra antes da batalha.
— Sou Nazim Ramsés bin Seti Sharif, Guardião dos Séculos. Soltem as relíquias sagradas imediatamente!
— O que é que está acontecendo aqui?
A autoritária voz de seu xeique, Jabari bin Tarik Hassid, ressonou na tumba.
Ramsés percebeu que o ladrão inglês tirava uma pistola e o resto de seus homens desembaiavam suas espadas.
Ouviu-se um disparo. O Guardião se lançou habilmente ao chão com uma cambalhota e ordenou a Jabari que se agachasse.
Levantou-se de um salto, deu uma rasteira no homem armado e lhe atirou uma faca.
O homem caiu no chão entre gemidos, sujeitando o peito. Ramsés lhe retirou a pistola. Jabari se apoiou na parede, com o rosto crispado pela impressão.
— Atreve-se a agredir a pessoa que jurei proteger!
Depois de lançar um grito uivante, ao que se seguiu o de Jabari, Ramsés foi para cima deles.
O inglês se desmaiou, desabando no chão, sendo habilmente esquivado por Ramsés, enquanto seu companheiro se ocupava do restante.
Bramando pelo poder que lhe outorgava a justiça, Ramsés sentia que o espírito de seus antepassados fluía em seu interior.
— Que nossos antepassados castiguem aqueles que perturbam seus lugares de descanso sagrados!








Série Guerreiros do Vento
1- O Falcão e a Pomba
3- A Cobra e a Concumbina
4- A Pantera e a Pirâmide(os seguintes revisando Grupo Pégasus)
5- A Espada e a Bainha
6- O Escorpião e o sedutor
7- A Lady e o libertino

3- A Cobra e a Concubina

3- A Cobra e a Concubina













 
 
 
 
 
 
 
 
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Badra se refugiou no deserto do Saara, mas não há como escapar do xeque que roubou sua infância.

O vilão acendeu uma paixão nos homens que significou apenas dor e nem sua morte ou a proteção de seus salvadores, os Khamsin, mudou isso.

Badra não pôde esquecer como os olhos de safira de um Khamsin queimam.
Kenneth Tristan, herdeiro do Duque de Caldwell, andava com os Khamsin desde o massacre de sua família inglesa.
Conhecido como Khepri, a Cobra, foi criado no Egito.
Ele amava esta terra, toda a areia ao vento, mas nada era completo, pois não podia tocar a mulher que ama, não pode salvá-la do passado.
Mas vai sacrificar tudo por ela. E até que chegue esse momento seriam apenas... A Cobra e a concubina.

Capítulo Um


Deserto Oriental do Egito, 1889

‘Alguém, por favor, me ajude.’
A súplica silenciosa varreu a mente de Badra em um cântico frenético. Tremia atrás da grande rocha de pedra calcária, fora das calorosas tendas negras de pêlo de cabra.
Os sons da batalha rugiam: os gritos de homens agonizantes, os gritos triunfantes de guerra de seus inimigos que ganhavam a fortaleza.
As duas tribos mais violentas do deserto, o Al-Hajid do Egito e os Guerreiros do Vento Khamsin, lutando uns contra outros em uma feroz batalha.
Aparecendo ao redor da pedra, Farah, a amiga de Badra, olhou.
O sol caía sem piedade sobre ambas.
O vento ia à deriva através da areia escura, agitando o comprido cabelo negro de Farah. Tinha vinte anos, era mais velha que Badra cinco anos, tanto em experiência como em sabedoria.
Era ela quem tinha impulsionado esta fuga.
Farah virou-se, seu rosto ruborizado pela urgência.
— Os Khamsin partem de nosso acampamento! Agora é o momento.
Os pés de Badra permaneceram congelados na areia.
Tinham escapado da tenda do harém em meio a confusão e tinham saído do acampamento. Elas ainda corriam, o Sheik Fareeq as encontraria.
— Você é minha escrava, Badra — tinha grunhido ele. — Embora você escape até o Sinai, a encontrarei. Não deixo os escravos livres. Jamais.A voz de Farah devolveu Badra ao presente.
— Por favor, fujamos — suplicou.
Em algum lugar, profundamente dentro dela, Badra encontrou uma diminuta parte de força e a utilizou. Farah e ela saíram correndo das rochas que as protegiam.
O caos se instalou, um impreciso movimento de rápidos e lustrosos cavalos árabes.
Os Khamsin tinham recuperado seu amado garanhão reprodutor.
O formoso cavalo branco foi amarrado aos arreios do Sheik dos Khamsin que agora cavalgava voltando para o seu lar.
Farah não vacilou. Imediatamente se lançou atrás dele, agarrando a mão de Badra e gritando para que ele se detivesse.
O Sheik dos Khamsin freou seus arreios com um movimento de perito, as fossas nasais da égua flamejaram.
Ele tinha uma figura magnífica. Um véu de cor anil cobria a parte inferior de seu rosto, protegendo seus traços.
Se inclinou para frente e seus olhos escuros brilharam com fúria, até que Farah pôs uma mão sobre sua coxa coberta por uma calça.
— Por favor — rogou ela, com voz frenética, — pertencemos ao Sheik Fareeq.
Por favor, rogo-lhe senhor, nos leve com você como suas concubinas. Sei que você é Jabari bin Tarik Hassid, o Sheik dos Khamsin.
Ouvi que é um líder justo e honrado.
Badra levantou seus olhos com esperança, suplicando silenciosamente ao homem.
As palavras fugiram. Não podia falar.
Os olhos do líder se enrugaram, fazendo uma careta, dois guerreiros, um baixo, mas com uma poderosa constituição, e outro mais alto e mais Três caras veladas olharam fixamente para baixo com uma ameaça oculta.
Badra começou a tremer violentamente, se perguntando se tinha escapado de um horror familiar para um ainda desconhecido.
— Senhor, por que tarda? — Perguntou o guerreiro mais musculoso.
— Estas mulheres, Nazim. Pedem proteção como minhas concubinas.
Nazim se inclinou sobre sua égua e deu uma olhada superficial às mulheres.
— Então ofereça, vaiou. — Mas nos apressemos!








Série Guerreiros do Vento
1- O Falcão e a Pomba
2- O Tigre e a Tumba
3- A cobra e a Concumbina
4- A Pantera e a Pirâmide(os seguintes revisando Grupo Pégasus)
5- A Espada e a Bainha
6- O Escorpião e o sedutor
7- A Lady e o libertino

Série The Kazanov - Patricia Grasso 1- UM PRÍNCIPE IRRESISTÍVEL

Série The Kazanov - Patricia Grasso

1- UM PRÍNCIPE IRRESISTÍVEL







 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Escandalosa Sedução

Quando um sórdido ataque deixa Belle Flambeau com uma cicatriz horrível no rosto, ela se afasta da sociedade, e sua esperança de encontrar um grande amor desaparece.

Mas o desconhecido atraente e ferido que procura abrigo em sua casa parece determinado a provar o contrário, iniciando uma sedução lenta, deliciosa e absolutamente escandalosa...


O príncipe Mikhail Kazanov deseja, e precisa de uma esposa amorosa e carinhosa, não uma das jovens e fúteis caçadoras de fortunas que não se cansam de tentar cativar sua atenção.
Encantado com Belle, ele usa de subterfúgios para conquistá-la.
Mas embora a poderosa atração entre ambos acabe explodindo numa verdadeira magia sensual, a verdade afasta Belle em direção a um caminho perigoso.
Agora, com um inimigo revelando suas intenções violentas, Mikhail precisa encontrar um meio de reconquistar a confiança de Belle.
Pois, com o amor de ambos, e a vida dela, em perigo, ele não pode correr o risco de falhar...

Capítulo Um

Londres, 1821

Ele podia até sentir o cheiro de medo no ar.
Encoberto pela escuridão e pela névoa londrina, observou-a virar o rosto e olhar para trás sob a tênue iluminação do lampião a gás.
A jovem, obviamente, sabia que estava sendo seguida e que havia alguém ali, em algum lugar.
Ele adorava tudo aquilo, sobretudo quando a presa tinha consciência de estar sendo caçada.
Ao rejeitá-lo, a moça selara o próprio destino. A reação fora um sorriso de desdém ao ouvir a proposta que ele lhe fizera.
Depois de ela dobrar a esquina, ele cortou caminho pela viela paralela a fim de passar adiante da presa.Então, recostou-se na parede e esperou.
Ao ouvir os passos aproximando-se, sentiu o coração acelerar em prazerosa excitação.
Ela seria dele.
Mesmo que por um breve momento e se arrependeria de tê-lo rejeitado.
Assim que a moça passou à sua frente, ele saltou e a imobilizou pelas costas.
No instante seguinte, atravessou-lhe a garganta com a navalha.
Então, deixou-a tombar e observou o sangue jorrar pela veia carótida.
Enquanto ela lutava para respirar, cada batida do jovem coração fazia a vida esvair-se num jato rubro que manchava as pedras acinzentadas da calçada.
Usando outra vez a navalha, ele inclinou o corpo e cortou uma mecha do cabelo da vítima.
Depois, colocou uma libra de ouro nas mãos dela e cerrou-lhe os dedos.
— Grato pelo prazer que me proporcionou esta noite — disse sorrindo, antes de desaparecer em meio a névoa londrina.
O cheiro de estéreo trazido pela brisa pairava sobre o jardim nos fundos da casa.
Cerrando os olhos, Belle Flambeau aspirou o ar com um sorriso nos lábios.
O odor de estrume vindo do Soho deixava claro que a primavera havia chegado.
As árvores floridas contrastavam com os tijolos vermelhos da construção.
As cores vibrantes das tulipas eram uma festa para os olhos.
Roseiras de diferentes tipos estavam carregadas de botões, alguns deles já abertos. Gardênias, camélias e margaridas também davam o ar de sua graça.
A deusa dos jardins opera pequenos milagres.
Belle gostava do slogan que criara para divulgar seu trabalho. Julgava-o inteligente e poético ao mesmo tempo.
Na primavera anterior, sua capacidade de curar plantas enfermas espalhara-se pelas mansões londrinas e este ano já começavam a chegar pedidos dos jardineiros dos elegantes aristocratas.
Tinha muito trabalho pela frente e isso era bom.
Ao notar que as violetas sob o carvalho continuavam fracas, ela franziu o cenho e foi até lá.
— Belle? — chamou uma voz de mulher, tirando-a de seu devaneio.
Ao se virar, avistou a irmã Bliss aproximar-se.
— Por que Fancy insiste em manter a identidade do duque em segredo? — perguntou Bliss, irritada.
— De que duque está falando?
— De nosso pai, é claro. Se eu soubesse que empresas ele possui, seria mais fácil dirigir nosso negócio — assegurou, referindo-se a companhia de investimentos As Sete Pombas, que ela gerenciava em nome da família.
Então, virou e apontou a casa. — O duque sempre garantiu que pudéssemos viver com conforto. Por que nossa companhia tem de competir com a dele? Se nosso pai decidir nos retaliar, nosso negócio poderá ir à falência.
— Acalme-se — pediu Belle, colocando a mão sobre o ombro da irmã. — Fancy nunca perdoará nosso pai.

Série Saga das Profetisas - Deborah Johns 1-BATALHA DE CORAÇÕES

Série Saga das Profetisas - Deborah Johns

Saga das Profetisas são histórias de quatro mulheres com dons parecidos em diferentes anos e por diversos motivos ostentarão o titulo de "Madalena dos Templários"

1-BATALHA DE CORAÇÕES









Um Homem para amar, outro para odiar!

Fazia cinco anos que Guy de Harnoncourt abandonara Francesca por outra.

Mas nada fez diminuir a paixão que ela sentia por aquele homem ou o ódio que sentia por Belden, irmão de Guy e responsável pelo rompimento de seu noivado.
Para Francesca, era questão de honra se vingar de Belden.


Mas um acaso do destino trouxe Belden de volta ao castelo em que Francesca vivia... e junto com ele estava Guy, gravemente ferido e precisando de ajuda.
Contratado pelos nobres da Toscana para protegê-los dos invasores franceses, Belden sabia que iria enfrentar muitos perigos na vida, mas nenhum inimigo lhe causava tanto temor quanto Francesca, cuja beleza selvagem a cada dia o fascinava mais e mais.
Belden sabia que o sentimento daquela mulher por ele era puro ódio.
Mas ele descobriu-se disposto a ganhar mais uma batalha: a batalha do amor!

Capítulo Um

Toscana, Itália, 1352

Quatro homens a cavalo subiram a colina e logo à frente avistaram as muralhas de Belvedere. O líder, Belden de Harnoncourt, fitou o horizonte.
O sol de outubro suavizava o entardecer, mas, ainda assim, o ar gélido penetrava a armadura.
Parte de sua mente de soldado sabia que para chegar ao duvidoso refúgio teriam de se apressar. Mas a visão do imponente castelo de pedra o enfeitiçava.
Ele ainda lembrava-se do solo fértil daquela região italiana, o canto dos pássaros ao anoitecer e o farfalhar tranquilo dos estandartes que exibiam o brasão dos Ducci-Montaldo acima da fortaleza.
Belden d'Harnoncourt, conhecido por inúmeras façanhas, percebeu, não pela primeira vez, que diante de si achava-se a inspiração de muitos poetas.
Um lugar encantado. Mesmo a aldeia de Sant'Urbano, protegida pela sombra do castelo, parecia estender-lhe a mão num gesto inocente.
Belden também sabia que admirava somente uma ilusão; a realidade testemunhara a decadência de muitos anos, somada a outras adversidades. Adversidades que ele próprio ajudara a causar.
Lentamente, tornou-se consciente dos aromas do outono. Como odiava tão bela estação. Sempre odiara. Sempre odiaria.
— Senhor?
Belden evitou o olhar preocupado de Cristiano.
Preferiu observar o irmão. Guy d'Harnoncourt, felizmente, desmaiara. Guy estava bem preso à sela, mas devido à perda excessiva de sangue, o rosto estava tão branco quanto cera.
Treinado desde a infância para encarar a morte firmemente, Belden não se permitiu olhar a mancha de sangue que se espalhava pela túnica do irmão.
— Temos de prosseguir — disse praticamente a si mesmo. Ao esporear seu cavalo, Belden, por um instante, pensou ter visto movimento numa das janelas da torre do castelo.
Um rosto pareceu fitá-lo nos olhos, transmitindo reconhecimento e acolhida. Sabia ser impossível tão calorosa recepção.
Permanecera muito tempo longe de Belvedere. E havia anos que partira.
O senhor de Harnoncourt acenou para seus homens, ordenando-lhes que prosseguissem. Então, mais uma vez, atravessaram o conhecido vale que os separava do castelo.
— Será possível?
A condessa Francesca Ducci-Montaldo encostou o nariz no vidro da janela e fitou os quatro homens que galopavam em direção a Belvedere.
Durante o breve momento em que o sol os iluminou, ela reconheceu as armaduras de cavaleiros. Contudo, pareciam desesperados já que se aproximavam em alta velocidade, tal qual flechas certeiras.
Os franceses, Francesca pensou. O medo a dominou, fazendo o coração disparar.
Quando um grito formou-se em sua garganta, a luminosidade do dia refletiu nas armaduras e ofuscou-lhe os olhos.
Quando novamente voltou a enxergar direito, não havia mais nenhuma ameaça, apenas o rosto de Francesca refletido no vidro.
Cabelos enegrecidos, olhos negros e a tez pálida que, apesar do susto, começava a relaxar.
Logo abaixo, as colinas amareladas da Toscana estendiam-se até Florença e para além de Roma e Nápoles.
Oliveiras, ciprestes, pinheiros e vinhas fartavam a região. A almejada serenidade agora estabelecia-se naquela terra onde, outrora, cavaleiros haviam empreendido terríveis jornadas.
— Paz — Francesca orou, enquanto esquadrinhava os arredores. — Amém.
— Ai!
O grito chamou-a de volta à realidade do laboratório. Virou-se, assustando-se com a penumbra. Lembrou-se, de súbito, das chamas incandescentes que a tudo devoravam.
Marco... Lucca... Piero II... Papai.








2-SOB O CÉU DA TOSCANA

2-SOB O CÉU DA TOSCANA















 





Tua vida e teu amor... Para sempre!

Ao fugir de uma prisão no Oriente, Olivier Ducci Montaldo atende ao pedido da mulher que o ajudou a escapar, de levar a filha dela, Julia, de volta à Europa.


Seis anos mais tarde, Julia, que sempre foi apaixonada por Olivier, deixa a Inglaterra e segue para a Itália para encontrar-se com ele no castelo dos Ducci Montaldo, na Toscana, a fim de lhe cobrar a promessa feita por ocasião da fuga: levá-la de volta à cidade de Nicopolis para resgatar sua mãe.
Os poderes mágicos herdados da mãe, que era tida como feiticeira, são assustadores para Julia, porém nãò mais do que a paixão que a une a Olivier...
Uma paixão condenada por seus próprios segredos e pelo noivado dele com uma rica viúva de Veneza
No entanto, com a cidade em polvorosa rumo à Cruzada, e a frota de Olivier pronta para a viagem a Nicopolis, Julia toma uma decisão desesperada, que poderá mudar seu destino, e o de Olivier, para sempre...

Itália, 1395

Capítulo Um

Destinado a ser o último dos grandes lordes guerreiros dos Ducci Montaldo, Olivier franziu a testa ao romper o lacre dourado da carta.
— Veio da Inglaterra — explicou, erguendo rapidamente o olhar. — De minha irmã, Francesca.
Reunidas num grupo, as damas Venier agradeceram-lhe a amabilidade da informação com um educado aceno de cabeça, depois voltaram a atenção a seus bordados.
Porém, a simples menção de uma carta que vinha dos ilustres parentes ingleses do conde Olivier foi suficiente para atiçar a imaginação de todas elas.
Estava claro que se tratava de uma mensagem urgente; caso contrário; o criado do conde não se apressaria em levá-la do castelo dos Ducci Montaldo, na Toscana, ao encontro de seu amo no palácio em que as damas moravam no Grande Canal, em Veneza.
Ninguém ignorava que, naquele ano do Senhor de 1395, as estradas que ligavam a região do Vêneto ao restante da Itália, apesar de todo o zelo com que a Companhia Dourada do conde as patrulhava, estavam repletas de malfeitores e animais selvagens; se um criado se aventurara sozinho numa viagem como aquela, então a mensagem devia ser realmente importante.
Importante a ponto de fazer com que Ginevra, a caçula das irmãs Venier, fixasse os olhos no bem-criado gigante sentado ao lado do pai dela, para depois concluir como sempre que Olivier Ducci Montaldo, com seus cabelos dourados e um par de olhos verdes como o mar, era o homem mais bonito que já vira na vida.
Ginevra suspirou. Olivier era um cavaleiro tão famoso e tivera uma vida tão fabulosa que a ela não parecia justo ser sua irmã Domiziana, que já não era virgem, aquela que acabaria por apanhá-lo no laço.
Como se presumisse o que ia pelos pensamentos da irmã caçula, Domiziana dirigiu-lhe um olhar de censura antes de retirar uma meada de sua cesta.
No mesmo instante, Ginevra baixou a cabeça e retomou os delicados contornos do unicórnio branco que bordava.
Por um bom tempo, tudo o que se ouviu pelo grande salão do palácio eram o crepitar do fogo na lareira e o leve ciciar dos fios de seda com que as damas Venier executavam seus bordados nas telas presas aos bastidores.
Coube a Luciano Venier, o chefe da família, romper o silêncio:
— Espero que as notícias não sejam más.
— Não sei... — respondeu Olivier, os olhos verdes meio nebulosos. — A bem da verdade, talvez eu nem devesse me incomodar com o assunto.
— Nada que diga respeito à sua mãe, espero — observou a condessa Claudia, esquecendo-se momentaneamente do trabalho manual.
A última coisa de que os Venier precisavam àquela altura dos fatos era que algo de mal acontecesse à condessa Blanche de Montfort Ducci Montaldo.
Por outro lado, era prudente não esquecer que a dama, francesa de nascimento, parecia ter o dom de estragar tudo com que se metia.
— Não, minha mãe encontra-se bem — retrucou Olivier, antes de tornar a enrolar o pergaminho. — Foi minha protegida, a dama Julia, que deixou Hamoncourt Hall para ir ao meu encontro em Belvedere.
Lady Claudia, fazendo o que podia para manter-se impassível ante o fato de ele usar a palavra "dama" para referir-se a Julia Madrigal, comentou:
— Suponho que ela venha para a Itália numa visita de cortesia. Afinal, sua generosidade para com aquela menina é reconhecida pela Europa inteira.
— Uma generosidade que tem seu motivo de ser — respondeu Olivier —, visto que a mãe dela salvou m
inha vida.

Amor sem fim – Lynne Graham























Amor sem fim

Título Original: The Petrakos Bride

Uma noiva imprópria para um milionário grego...
Maddie idolatra Giannis Petrakos, um milionário que doou uma fortuna para a instituição de caridade que cuidava da irmã gêmea de Maddie. Além de generoso e rico, Giannis é tão bonito que chega a ser um pecado.
Quando Maddie é contratada para um emprego temporário e insignificante nas Indústrias Petrakos, Giannis não tardará a torná-la sua amante pelo tempo que desejar. Pois esse magnata grego precisa se casar, e ele exige que sua esposa esteja preparada para usu­fruir não só dos prazeres da riqueza, mas, acima de tudo, das delícias de compartilhar sua cama...


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Filhos do Privilégio - Loucura de uma noite – Katherine Garbera

Filhos do Privilégio - Loucura de uma noite – Katherine Garbera






















Loucura de uma noite

Título original: THE WEALTHY FRENCHMAN'S PROPOSITION

Ele vivia em um mundo de poder e privilégios. Ela era apenas sua assistente, mas isso não a impediu de se apaixonar por seu charmoso chefe francês, o playboy e magnata da mídia Tristan Sabina. Quando o destino lhe ofereceu uma chance de passar uma noite com ele, Sheri Donnelly aproveitou. No entanto, na manhã seguinte, seu caso se tornara público, estampado em manchetes por todo o país. Agora, Tristan insiste que ela aja como se fosse sua amada noiva... em todos os sentidos...


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Série Hard Luck - Marido sob medida - Debbie Macomber

Série Hard Luck - Marido sob medida - Debbie Macomber






















Marido sob medida

Título original: Daddy's Little Helper

Mitch Harris: um grande amigo de Sawyer O´Halloran, representa a lei e a ordem em Hard Luck. É viúvo e tem uma filha de sete anos, Chrissie, e não quer mais saber de envolvimento com mulher alguma.

Bethany Ross: é a professora de Chrissie, recém-chegada ao Alasca. Sente-se atraída por Mitch - muito atraída, aliás - mas foi para Hard Luck por um outro motivo, exclusivamente pessoal.

Quando o natal se aproxima a filha de Mitch redobra os esforços para encontrar uma nova esposa para o pai. E, em sua opinião, não existe pessoa melhor do que Bethany!


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Paixão, Um Longo Caminho - Shauna Michaels

Paixão, Um Longo Caminho - Shauna Michaels

 




















Paixão, Um Longo Caminho

TÍTULO ORIGINAL: LOUISIANA BRIDE

Louisiana, 1 720
Ela lhe prometeu casamento... Mas ele queria seu amor!
Para escapar do padrasto cruel, Danielle de Bussy fugiu da França para a América do Norte, onde pretendia buscar abrigo com seu tio na Louisiana e conquistar sua independência. Mas encontrar o tio implicava numa difícil jornada através de terras inóspitas, e quando Alain Beauvoir insistiu em acompanhá-la, Danielle surpreendeu-se atraída por seu charmoso guia...
Filho de um duque, Alain saiu de casa determinado a construir seu próprio futuro, ignorando os apelos do pai para que voltasse à França e se casasse com uma mulher que ele nunca vira. Ele queria escolher sua esposa, e a encantadora Danielle era uma escolha tentadora. Após a morte do tio, um casamento apenas no papel propiciaria proteção a Danielle, ela era a esposa que ele precisava... até que o desejo entre ambos se tornou irresistível...

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A maldição de Conall - Heather Grothaus

A maldição de Conall - Heather Grothaus

    




















A maldição de Conall

TÍTULO ORIGINAL: THE HIGHLANDER
Escócia, 1076

Sedução sem fronteiras...
Eve Godewin parte da Inglaterra sonhando em recomeçar a vida. O destino, porém, tem outros planos. De repente, ela se vê sozinha e perdida numa floresta, ameaçada por lobos e pela chegada do inverno. Determinada a sobreviver da melhor maneira possível, Eve se abriga numa cabana abandonada, no coração da floresta.
Quando Conall chega à cabana e a acusa de invasão, Eve inventa uma mentira da qual ela sabe que se arrependerá um dia.
E então, para sua grande surpresa, ela se vê apaixonada por aquele homem... Conall MacKerrick acredita que seu clã seja amaldiçoado, e quando conhece Eve, ele acha que ela sabe como anular a maldição. Precisa casar-se com ela, ou, pelo menos, engravidá-la. Seduzir a encantadora inglesinha é a única maneira de salvar seu povo e seu orgulho. E quando Conall começa a suspeitar de que Eve representa a cura não só para o seu clã, mas também para o seu coração, ele descobre o segredo que poderá destruir aquele recém-descoberto amor...